NS

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30 de jun de 2010

Pintura


O Enterro de José António Primo de Rivera

Retratos José António VII


29 de jun de 2010

29 de Junho

Festa Litúrgica do Apóstolo S. Pedro, PRIMVS PAPAM

25 de jun de 2010

Citação do Dia

"Raros são os tempos felizes em que se pensa como se quer e se diz livremente aquilo que se pensa."

Tácito, Historiador e Filosofo Romano

24 de jun de 2010

Solenidade

Hoje, Festa do Nascimento de S. João Baptista

17 de jun de 2010

Tema musical da Semana

O grande Pasodoble "Nerva" de Manuel Rojas.

14 de jun de 2010

Memória de António Manuel Couto Viana

A morte de um poeta admirável passou quase despercebida. Certo que algumas vozes a assinalaram, discretamente. A verdade é não andar ele nas bocas do mundo – no palratório da feira das vaidades: há muito o tinham arquivado. O canibalismo, em versão silêncio, afastara-o da ribalta. Essa prática cuja justificação é a ânsia de monopolizar as atenções vinha reforçada por um argumento mesquinho: a ideologia de Couto Viana ligava-o ao antigo regime. Mas qual “ideologia”? Qual é a ideologia de um poeta? Em Veneza, Aldo Zari mostrou-me a casa onde, homiziado, habitou e morreu Ezra Pound, mudo voluntário, em carne viva. Conhecendo os motivos do isolamento - aproximação à Itália fascista - e conhecendo a grandeza da sua obra, indignei-me. A ideologia dos poetas está na poesia. É ela, são os versos, os escritos, que no-la dão. Sei lá eu das escolhas políticas de Homero, de Ésquilo! Melhor, sei – li-lhes as obras. Tal qual sei do “conservadorismo” de Dostoievski, do “miguelismo” de Tomaz de Figueiredo e tal qual sei da força revolucionária -da força que nos revolveu dentro - de ambos. O homizio e dor de Pound escandalizaram-me – e a verdade é que me aproximaram dele: fui lê-lo e relê-lo, entusiasmado. E o mesmo acontece agora: reabro e aprecio os livros de Couto Viana – um grande poeta, talvez o maior da sua geração, como sublinhava David Mourão-Ferreira, outro esquecido. Consciência dos ossos do ofício de viver, domínio da forma, até ela se apagar, coincidente com o fundo. “Vai buscar a pátria/ onde ela estiver”, escreveu Couto Viana. Não o esqueceu a pátria – esqueceram-no os ignorantes voluntários e involuntários.

"In Página de Cultura do Jornal de Notícias, p.
Reirado daqui

13 de jun de 2010

13 de Junho

Sto António de Lisboa, Presbitero e Doutor da Igreja

8 de jun de 2010

Parabéns Banda de Vilela!

A Banda de Vilela-Paredes encontra-se a celebrar 150 anos de existencia. Parabéns pela efeméride!