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26 de jul de 2013

Mais uma traição da "Memória histórica"


A deliciosa democracia dos nossos vizinhos.
Em boa hora que adquiri este livro, percebam porquê

25 de jul de 2013

25 de Julho- Festa do Apóstolo S. Tiago


S. Tiago Mata mouros 
Rogai por nós!

24 de jul de 2013

LXXVII Aniversário da morte de Onésimo Redondo


"O parlamento é a agonia da Pátria e os
partidos políticos o cancro do povo como o foram sempre."

A 23 de Julho de 1936, depois de ter desfrutado da deliciosa liberdade democrática da II República na prisão de Ávila, Onésimo Redondo, teórico do Nacional-Sindicalismo, líder dos agricultores castelhanos, verdadeira alma de Castela, co-fundador da Falange, amigo pessoal de José António, perecia heróicamente quando se dirigia para participar nos combates do Alto dos Leões, vítima das balas anarquistas da CNT.
Verdadeiro ideólogo do nacionalismo revolucionário, anti-capitalista e anti-marxista, legou-nos uma profusa obra política que ainda hoje impressiona pela sua actualidade.

Onésimo Redondo
Presente!

23 de jul de 2013

Tema musical da Semana



Pasodoble dedicado ao destro Domingo Ortega, uma das maiores glórias do toureio da 1ª metade do século XX espanhol e falangista da velha guarda, ainda hoje muito executado nas filarmónicas, da autoria de Ledesma/Oropesa.

22 de jul de 2013

O fracasso da I República


(Túmulo de Machado Santos, Cemitério do Alto de S. João)

Em 30 de Julho de 1915, Carlos da Maia, destacado republicano e á época governador de Macau, desiludido com o rumo do regime que ele próprio ajudara a fundar escrevia nestes termos a Machado Santos, fundador da República e herói da Rotunda, defensor de uma república nacionalista, antipartidocrática, antiparlamenatarista, colonialista e corporativista, que com ele viria a perecer na tristemente célebre "Noite sangrenta" de 19 de Outubro de 1921, uma data vergonhosa para a nossa História recente, quando uma nação inteira nada fez para salvar os seus heróis.
Foram talvez palavras destas que mais tarde se revelariam proféticas para que depois duma longa e quase sempre sombria república maçónica uma radiosa aurora de ressurgimento nacional trouxesse de novo e de forma firme a bonança de que a nação precisava.
Carlos da Maia cedo compreendeu que a república estava longe de ser aquilo que ele e outros tinham sonhado, traduzindo o seu desencanto nestas palavras: "A República falhou! Só temos que esperar dias tristes. O Parlamentarismo é uma ficção, uma burla sem nome.
O nosso povo, inconsciente e analfabeto, não merecia a República.
Triste mas dura realidade."

Raúl Navarro
(Autor do blogue)

19 de jul de 2013

Militantes (ou considerações sobre uma autêntica militância nacionalista)

Um militante conhece a doutrina em profundidade e em extensão, os seus antecedentes, as suas evoluções, os seus autores e precursores, as bases em que assenta, as características marcantes, as criticas formuladas, as possibilidades de actuação, os meios a empregar, os resultados obtidos.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.

Virgílio de Lemos
O Meu Esclarecimento
Juventude Nacionalista, Lisboa Março de 1949

Tema musical da Semana



"Bailar em Nespereira", uma linda rapsódia do compositor militar cinfanense Valdemar do Nascimento Sequeira que tenho o privilégio de conhecer pessoalmente.
Esta rapsódia foi uma das obras musicais comemorativas dos 150 anos da Banda Marcial de Nespereira- Cinfães, actualmente dirigida pelo maestro tenente Alexandre Coelho.

16 de jul de 2013

15 de jul de 2013

Duas grandes linhas de batalha

"Temos sob os olhos as duas grandes linhas de batalha; avançam uma para outra. Momento formidável da vida da humanidade! Quem terá a vitória? Não podemos duvidar. A vitória vai caber á linha da Direita, a cuja frente está a linha católica. É a Igreja Católica que tem a divina promessa de que as portas do Inferno não prevalecerão e é do seu comando a mais grandiosa obra missionária do mundo. Sem prejuízo da parte concedida á liberdade humana , quaisquer que sejam as vicissitudes da imensa batalha, o triunfo definitivo, mercê da graça irresistível, será dela! Nós católicos somos as portas da Igreja, todos somos soldados dessa divina milícia; Pio XI é o seu chefe!"

António Lino Neto
Comunismo e Catolicismo frente a frente
Novidades (1931)

11 de jul de 2013

Biografia de Onésimo Redondo



No mês em que se comemoram os 77 anos da morte dum dos precursores do Nacional-Sindicalismo, deixo-vos hoje um interessante vídeo com um breve resumo biográfico.