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6 de mai de 2014

Eva Perón


7 de Maio de 1919 - 26 de Julho de 1952
Presente!

1 de mai de 2014

Pela dignidade da classe trabalhadora


"O Trabalho, ao contrário do que sustenta o Capitalismo, não é mera mercadoria cujo preço se sujeita á lei da oferta e da procura. Não é, também, propriedade do Estado como quer o Comunismo.
O Trabalho é uma actividade humana e como tal deve ser considerado e respeitado. (...)
Os trabalhadores de todas as categorias são os empreiteiros da grandeza da Pátria. Á elevação do trabalhador, na sociedade contemporânea é, sem dúvida, a grande campanha da época actual. (...)
Proclamamos, portanto, o direito do trabalhador reclamar um salário justo, isto é, um salário nunca inferior á importância necessária para que o trabalhador e a sua família mantenham uma vida digna. O trabalho não existe para escravizar o homem, mas sim para garantir o acesso á propriedade privada e aos outros bens da vida. (...)
Queremos o trabalhador garantido nas suas necessidades, participando nos lucros das empresas e beneficiando do progresso geral. Queremos o trabalhador estudando, de olhar iluminado, como um homem livre. Queremo-lo influindo directamente nas decisões do governo, como um ente superior. Só assim o trabalho será um meio de libertação!"

Plínio Salgado

9 de abr de 2014

A Democracia é incapaz de ser forte

Para aquelas mentes iluminadas que ainda pensam que o movimento nacionalista terá hipóteses pela via da Democracia, aqui fica uma das opiniões dum dos grandes Mestres do Nacionalismo português:

"Na política interna, a Democracia conduz á fraqueza. Dispersando a autoridade, destrói-a. Dividindo ao máximo as responsabilidades, suprime-as na prática. Por isso, no momento do perigo, a autoridade irresponsável da Democracia, sem força nem coerência, é incapaz de se opor á desordem.
Na política externa, a Democracia não se opõe também aos ataques ou ciladas do estrangeiro. Primeiro, porque a sua mitologia da Fraternidade a impede de acudir á defesa militar. Segundo, porque a tendência dos partidos de oposição e a missão dos agentes das sociedades secretas internacionais, são de favorecer ás ocultas e até elogiar em público a intervenção estrangeira. (...)
Logo, a Democracia, negação da Autoridade e da Responsabilidade - é incapaz de ser forte."

João Ameal
Falência da Democracia




1 de abr de 2014

In Memoriam


Léon Degrelle
Presente!

27 de mar de 2014

15 de mar de 2014

Tema musical da semana

28 de jan de 2014

21 de jan de 2014

Uma República presidencialista


"Desviou-se a nossa constituição do tipo corrente das constituições europeias do século XIX, em que o Chefe do Estado aparentemente era tudo e realmente era nada, a não ser figura decorativa das solenidades oficiais e o sancionador de deliberações e actos de que não tinha iniciativa nem o comando (...).
A um presidente decorativo e inerte a Constituição substituiu o verdadeiro Chefe do Estado, guia activo da Nação, responsável pelos seus destinos."

Oliveira Salazar






5 de jan de 2014

Encontros blogosféricos...

Passei por aqui e gostei...

6 de dez de 2013

30 de nov de 2013

30 de Novembro de 1938


Corneliu Zelea Codreanu
Presente!

20 de nov de 2013

20 de Novembro


 Francisco Franco
José António Primo de Rivera
Presentes!!!

14 de nov de 2013

A beleza das raças

"A beleza das raças é coisa que hoje não está na moda exaltar, mas a beleza da exaltação da destruição destas, por meio de idiotizar o povo através dos meios de comunicação, lamentavelmente os carneiros seguem as ditaduras democráticas, o machismo encoberto e uma educação paupérrima. É preciso um novo chamamento para um verdadeiro DESPERTAR e um novo começo para os povos e raças do mundo."

Paulino de Sepúlveda

9 de nov de 2013

A "liberdade"



Uma interessante conferência do nosso saudoso Doutor António José de Brito.

6 de nov de 2013

Conferência de Roberto Fiore na Livraria Europa (Primeira Parte)



Interessante palestra de Roberto Fiore, líder do partido nacionalista "Fuorza Nuova" de Itália sobre os problemas que afectam a Europa de hoje. Participa também o líder do "Democracia Nacional", Manuel Canduela. Um depoimento absolutamente interessante.

21 de out de 2013

A obediência

Nada de fundamental se pode realizar se se é egoísta, se se é orgulhoso.
Obedecer é uma alegria, porque é uma forma de se dar; de se dar conscientemente.
Obedecer é um dever, pois o bem comum depende da conjunção disciplinada de todas as energias.
A sociedade humana não é uma nuvem de mosquitos encarniçados e enlouquecidos lançando-se ao vento segundo o seu interesse e o seu humor, mas é um grande complexo sensível, que a anarquia converte em estéril ou perigoso, enquanto que a ordem e a harmonia dão possibilidades ilimitadas.
Um povo rico, composto por milhões de indivíduos isolados egoisticamente, é um povo morto.
Um povo pobre, em que cada qual reconhece inteligentemente os seus limites e as suas obrigações, obedece e trabalha em equipa, é um povo vivo.
A obediência é a forma mais elevada do uso da liberdade.
É uma manifestação constante de autoridade; autoridade sobre si mesmo que é a mais difícil de todas.
Ninguém sabe, na verdade, dirigir a todos os demais se não soube antes dirigir-se a si mesmo; dominar o corcel orgulhoso que, dentro de cada qual, teria querido lançar-se loucamente ao vento da aventura.

Depois de ter obedecido, então sim podemos mandar, não para gozar brutalmente do direito de afastar os outros, mas porque a chefia é uma coisa magnífica quando tende a disciplinar as forças impacientes dos demais e a conduzi-las á plenitude do seu rendimento, manancial supremo da alegria.

Leon Degrelle
Almas ardendo