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12 de set. de 2013

Regresso



Espero que, enfim, seja desta que consigo regressar ao vosso convívio sem interrupções.
E como estou a regressar da selva do terceiro mundo, só regressarei com a frequência habitual dentro de cerca de duas semanas.
Até lá, saudações ao velho estilo, e deixo-vos este vídeo onde fala a ilustre figura de Eduardo Garcia Serrano, um dos últimos grandes falangistas.

Pela Pátria e pela Revolução Nacionalista Sempre!!!

26 de jul. de 2013

Mais uma traição da "Memória histórica"


A deliciosa democracia dos nossos vizinhos.
Em boa hora que adquiri este livro, percebam porquê

25 de jul. de 2013

25 de Julho- Festa do Apóstolo S. Tiago


S. Tiago Mata mouros 
Rogai por nós!

24 de jul. de 2013

LXXVII Aniversário da morte de Onésimo Redondo


"O parlamento é a agonia da Pátria e os
partidos políticos o cancro do povo como o foram sempre."

A 23 de Julho de 1936, depois de ter desfrutado da deliciosa liberdade democrática da II República na prisão de Ávila, Onésimo Redondo, teórico do Nacional-Sindicalismo, líder dos agricultores castelhanos, verdadeira alma de Castela, co-fundador da Falange, amigo pessoal de José António, perecia heróicamente quando se dirigia para participar nos combates do Alto dos Leões, vítima das balas anarquistas da CNT.
Verdadeiro ideólogo do nacionalismo revolucionário, anti-capitalista e anti-marxista, legou-nos uma profusa obra política que ainda hoje impressiona pela sua actualidade.

Onésimo Redondo
Presente!

23 de jul. de 2013

Tema musical da Semana



Pasodoble dedicado ao destro Domingo Ortega, uma das maiores glórias do toureio da 1ª metade do século XX espanhol e falangista da velha guarda, ainda hoje muito executado nas filarmónicas, da autoria de Ledesma/Oropesa.

22 de jul. de 2013

O fracasso da I República


(Túmulo de Machado Santos, Cemitério do Alto de S. João)

Em 30 de Julho de 1915, Carlos da Maia, destacado republicano e á época governador de Macau, desiludido com o rumo do regime que ele próprio ajudara a fundar escrevia nestes termos a Machado Santos, fundador da República e herói da Rotunda, defensor de uma república nacionalista, antipartidocrática, antiparlamenatarista, colonialista e corporativista, que com ele viria a perecer na tristemente célebre "Noite sangrenta" de 19 de Outubro de 1921, uma data vergonhosa para a nossa História recente, quando uma nação inteira nada fez para salvar os seus heróis.
Foram talvez palavras destas que mais tarde se revelariam proféticas para que depois duma longa e quase sempre sombria república maçónica uma radiosa aurora de ressurgimento nacional trouxesse de novo e de forma firme a bonança de que a nação precisava.
Carlos da Maia cedo compreendeu que a república estava longe de ser aquilo que ele e outros tinham sonhado, traduzindo o seu desencanto nestas palavras: "A República falhou! Só temos que esperar dias tristes. O Parlamentarismo é uma ficção, uma burla sem nome.
O nosso povo, inconsciente e analfabeto, não merecia a República.
Triste mas dura realidade."

Raúl Navarro
(Autor do blogue)

19 de jul. de 2013

Militantes (ou considerações sobre uma autêntica militância nacionalista)

Um militante conhece a doutrina em profundidade e em extensão, os seus antecedentes, as suas evoluções, os seus autores e precursores, as bases em que assenta, as características marcantes, as criticas formuladas, as possibilidades de actuação, os meios a empregar, os resultados obtidos.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.

Virgílio de Lemos
O Meu Esclarecimento
Juventude Nacionalista, Lisboa Março de 1949

Tema musical da Semana



"Bailar em Nespereira", uma linda rapsódia do compositor militar cinfanense Valdemar do Nascimento Sequeira que tenho o privilégio de conhecer pessoalmente.
Esta rapsódia foi uma das obras musicais comemorativas dos 150 anos da Banda Marcial de Nespereira- Cinfães, actualmente dirigida pelo maestro tenente Alexandre Coelho.

16 de jul. de 2013

15 de jul. de 2013

Duas grandes linhas de batalha

"Temos sob os olhos as duas grandes linhas de batalha; avançam uma para outra. Momento formidável da vida da humanidade! Quem terá a vitória? Não podemos duvidar. A vitória vai caber á linha da Direita, a cuja frente está a linha católica. É a Igreja Católica que tem a divina promessa de que as portas do Inferno não prevalecerão e é do seu comando a mais grandiosa obra missionária do mundo. Sem prejuízo da parte concedida á liberdade humana , quaisquer que sejam as vicissitudes da imensa batalha, o triunfo definitivo, mercê da graça irresistível, será dela! Nós católicos somos as portas da Igreja, todos somos soldados dessa divina milícia; Pio XI é o seu chefe!"

António Lino Neto
Comunismo e Catolicismo frente a frente
Novidades (1931)

11 de jul. de 2013

Biografia de Onésimo Redondo



No mês em que se comemoram os 77 anos da morte dum dos precursores do Nacional-Sindicalismo, deixo-vos hoje um interessante vídeo com um breve resumo biográfico.

21 de jun. de 2013

Hoje há cinema!

15 de jun. de 2013

Tema musical da Semana

13 de jun. de 2013

Preferimos o caminho difícil

"Preferimos sair desse caminho cómodo e ir, como disse o nosso camarada Ledesma Ramos, pelo caminho da revolução, pelo caminho da outra revolução, pelo caminho da verdadeira revolução. Porque todas as revoluções foram incompletas até agora enquanto nenhuma serviu, juntas, á ideia nacional de Pátria e á ideia de justiça social. Nós integramos estas duas coisas: a Pátria e a justiça social, e categoricamente, sobre esses dois princípios incomutáveis queremos fazer a nossa revolução".

José António Primo de Rivera

12 de jun. de 2013

O amor não é tolerância

Existe também outra falsificação da imagem deste amor sobrenatural. Acredita-se que um homem que actua na vida segundo a lei do amor deve ser necessariamente um homem bondoso, cheio de compaixão, disposto a todos os compromissos, incapaz de fazer uso da violência, inclinado a perdoar todas as injustiças e sobretudo amante da paz. Isto não está certo.
Existem circunstâncias nas quais o tipo de amor espiritual pode chegar a ser terrível e despiedado. Quando o arcanjo S. Gabriel retirou Lúcifer e as suas hostes do céu, não procedeu com suavidade com os rebeldes; Jesus Cristo tomou o chicote e expulsou os vendedores do templo. No dia do Juízo Final não podemos dizer que Jesus Cristo não tem amor, porque vai julgar-nos e muitos terminarão no Inferno. Quando um dirigente dum país manda cortar a cabeça a um malfeitor, isto não significa que não tem amor; pelo contrário, poderia ser culpabilizado de falta de amor para com o povo se não tivesse procedido tão severamente. Corneliu Codreanu, acusado no parlamento do seu país de que não era cristão, por exigir a aplicação da pena capital, contestou: " Entre a morte da minha nação e a morte de um malfeitor, prefiro a morte deste último".

Horia Sima
O homem cristão e a acção política

10 de jun. de 2013

6 de jun. de 2013

Tema musical da Semana

30 de mai. de 2013

Miguel Fleta: Presente!



Na semana em que se comemoram 75 anos da morte do tenor Miguel Fleta, um dos melhores do seu tempo, e falangista da primeira hora, deixo-vos um vídeo onde ele interpreta uma das mais belas árias da ópera "Tosca" de Puccini.
Para saber mais passem por aqui.

28 de mai. de 2013

Alfredo Pimenta e o 28 de Maio

«... A data de 28 de Maio de 1926 marca efectivamente, na vida do Estado republicano, uma fase essencial.
Aquilo que Pimenta de Castro, o honrado e ingénuo General, e o cavalheiresco Sidónio Pais não puderam realizar, por falta de decisão, o primeiro, por carência de doutrina, o segundo, realizou-o em parte o 28 de Maio.
A ditadura das Espadas não revelou ninguém; a ditadura dezembrista revelou uma alma - Sidónio; o 28 de Maio revelou um Estadista - Salazar.
Salazar é uma ideia, uma doutrina, tendo ao seu serviço uma vontade.»

In Palavras à Juventude, p. 19, ed. Pola Grey, 1941.

20 de mai. de 2013

Tema musical da Semana

14 de mai. de 2013

Ernesto Gimenez Caballero


"Formaré junto a mis compañeros
que hacen guardia sobre los luceros"

XXV Aniversário do seu falecimento
Presente!

13 de mai. de 2013

13 de Maio

Um Estado de Trabalhadores

"O velho mundo burguês e capitalista encontra-se numa encruzilhada que só tem duas saídas: o Nacional-Sindicalismo e o Comunismo. Dum lado o caminho da Ordem, do Bem Estar e da Justiça, do outro a desordem e a escravidão.
O Comunismo é a tirania de um grupo, de uma facção. Enquanto um defende a Familia e a Civilização, o outro arrasta o Mundo para a barbárie primitiva transformando o homem em animal de carga.
(...) Avançados somos nós Nacionais-Sindicalistas, que preconizamos o Estado Corporativo e Sindicalista, um estado de trabalhadores e só de trabalhadores, na bela definição de António Tinoco. Que queremos a sindicalização obrigatória de todos os trabalhadores, da mão de obra e do capital, para que uma vez organizados acabem as desigualdades revoltantes que hoje existem, havendo uma melhor harmonia entre o operário e o patrão, ao contrário da sindicalização vermelha que provocando a luta de classes faz dos dois elementos da produção, dois elementos irreconciliáveis.
No Nacional-Sindicalismo o trabalhador terá o salário mínimo e os seguros sociais obrigatórios no caso de invalidez, velhice ou doença.
Trabalhadores, não tenham ilusões, não se deixem arrastar pelos exploradores que embalando-os com o mavioso canto da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, não querem mais que subir e serem os senhores de amanhã á custa do vosso esforço e da vossa vida.
Só no Estado Nacional-Sindicalista tereis a verdadeira liberdade e encontrareis a felicidade, o bem estar e o progresso.
E vós burgueses ricos e anafados, que dormis regaladamente em fofas camas com a barriga bem cheia, sem vos recordardes dos que dormem ao relento cheios de frio e fome, acordai do sono letárgico em que vos encontrais e escolhei dos dois caminhos que se desenrolam á vossa frente qual deles devei seguir. Ou o Nacional-Sindicalismo ou o Comunismo"