5 de out. de 2013
4 de out. de 2013
3 de out. de 2013
28 de set. de 2013
27 de set. de 2013
Tema musical da semana
Amigos visitantes, deixo-vos hoje o pasodoble de concerto "O Engenheiro", magnificamente interpretado pela Banda de Revelhe-Fafe, dirigida por aquele que foi um dos maiores maestros e compositores para banda dos últimos tempos: Ilidio Costa, referencia incontornável do panorama filarmónico nacional, que tenho o privilégio de conhecer pessoalmente.
Vítima duma enorme injustiça na época musical de 2012, Ilidio Costa viu-se forçado a retirar-se das lides musicais. Homem e músico de elevado mérito, marcou o universo musical do seu tempo, com quase 200 composições publicadas até hoje.
Este concerto, realizado em alternância com a Banda de S. Paio de Antas nesta freguesia nas Festas de Sta Tecla em Setembro do ano passado, foi na minha óptica um concerto histórico.
26 de set. de 2013
Um novo blog
O meu prezado amigo e camarada White Wolf dá agora um salto para o fascinante mundo da blogosfera nacionalista tão carecida de ar fresco, a quem o meu ilustre camarada pretende dar um contributo que promete ser interessante. Apesar de se encontrar numa fase muito inicial e por isso necessitar ainda de aperfeiçoamentos, o White Wolf será certamente uma referência no nosso meio.
Não partilhando a sua orientação política, dou-lhe todavia as boas vindas ao combate blogosférico que tanto precisa de novos contributos.
Cá esperamos os teus "ataques" camarada!!!
Não partilhando a sua orientação política, dou-lhe todavia as boas vindas ao combate blogosférico que tanto precisa de novos contributos.
Cá esperamos os teus "ataques" camarada!!!
21 de set. de 2013
Professor Brito: In Memoriam
Conheci o Doutor António José de Brito em meados de 2008 quando estive presente no já tradicional jantar comemorativo do 28 de Maio que todos os anos se realiza num ambiente de salutar camaradagem. Fiquei exactamente com a convicção de que me havia cruzado com uma das maiores inteligências do meio nacionalista português.
Após ter-me dirigido para o cumprimentar, tive a oportunidade de trocar umas breves palavras e de agendar um encontro com ele que se realizou pouco tempo depois. Efectivamente, aí por meados de Julho de 2008, teve a amabilidade de me receber no seu apartamento na zona do Marquês onde tive uma verdadeira aula sobre a grandiosidade do Fascismo. Com ele tive a oportunidade de esclarecer e debater inúmeros pontos doutrinários sobre a Falange e o Nacional-Sindicalismo, enfim, verdadeiras e interessantes lições sobre a "nossa" área política.
Dotado dum peculiar sentido de humor, as nossas longas conversas apesar de longas acabavam por serem curtíssimas, no entanto devo confessar que foram determinantes para a minha formação política e ideológica.
Autor de diversos trabalhos sobre Filosofia e Política, tive a sorte de me ter autografado e oferecido alguns, como foi o caso do "Para a compreensão do pensamento contra-revolucionário", e ainda a sua brilhante tese "Diálogos de doutrina anti-democrática" e "O Integralismo Lusitano", ambos editados pela Réquila. Uma das últimas vezes em que estive com ele foi na conferência "Conhecer o Fascismo", organizada pelos camaradas do Porto, que foi um verdadeiro sucesso, onde as suas palavras deram mostras duma inteligência em nada afectada pela sua já venerável idade.
Homem recto e de verdadeiras convicções, legou-nos um exemplo de coragem, frontalidade e acima de tudo de fidelidade a uma ideologia considerada "derrotada".
Foi para nós, nestes tristes tempos, uma luz na noite democrática.
António José de Brito: Presente!
Após ter-me dirigido para o cumprimentar, tive a oportunidade de trocar umas breves palavras e de agendar um encontro com ele que se realizou pouco tempo depois. Efectivamente, aí por meados de Julho de 2008, teve a amabilidade de me receber no seu apartamento na zona do Marquês onde tive uma verdadeira aula sobre a grandiosidade do Fascismo. Com ele tive a oportunidade de esclarecer e debater inúmeros pontos doutrinários sobre a Falange e o Nacional-Sindicalismo, enfim, verdadeiras e interessantes lições sobre a "nossa" área política.
Dotado dum peculiar sentido de humor, as nossas longas conversas apesar de longas acabavam por serem curtíssimas, no entanto devo confessar que foram determinantes para a minha formação política e ideológica.
Autor de diversos trabalhos sobre Filosofia e Política, tive a sorte de me ter autografado e oferecido alguns, como foi o caso do "Para a compreensão do pensamento contra-revolucionário", e ainda a sua brilhante tese "Diálogos de doutrina anti-democrática" e "O Integralismo Lusitano", ambos editados pela Réquila. Uma das últimas vezes em que estive com ele foi na conferência "Conhecer o Fascismo", organizada pelos camaradas do Porto, que foi um verdadeiro sucesso, onde as suas palavras deram mostras duma inteligência em nada afectada pela sua já venerável idade.
Homem recto e de verdadeiras convicções, legou-nos um exemplo de coragem, frontalidade e acima de tudo de fidelidade a uma ideologia considerada "derrotada".
Foi para nós, nestes tristes tempos, uma luz na noite democrática.
António José de Brito: Presente!
18 de set. de 2013
Tema musical da Semana
o
O pasodoble Aires de Pontevedra de Adonis Ferreiro García, interpretado pela Banda municipal de música de Lousame, sob a regência do maestro Fernando Froján Canle.
17 de set. de 2013
12 de set. de 2013
Regresso
Espero que, enfim, seja desta que consigo regressar ao vosso convívio sem interrupções.
E como estou a regressar da selva do terceiro mundo, só regressarei com a frequência habitual dentro de cerca de duas semanas.
Até lá, saudações ao velho estilo, e deixo-vos este vídeo onde fala a ilustre figura de Eduardo Garcia Serrano, um dos últimos grandes falangistas.
Pela Pátria e pela Revolução Nacionalista Sempre!!!
26 de jul. de 2013
25 de jul. de 2013
24 de jul. de 2013
LXXVII Aniversário da morte de Onésimo Redondo
"O parlamento é a agonia da Pátria e os
partidos políticos o cancro do povo como o foram sempre."
A 23 de Julho de 1936, depois de ter desfrutado da deliciosa liberdade democrática da II República na prisão de Ávila, Onésimo Redondo, teórico do Nacional-Sindicalismo, líder dos agricultores castelhanos, verdadeira alma de Castela, co-fundador da Falange, amigo pessoal de José António, perecia heróicamente quando se dirigia para participar nos combates do Alto dos Leões, vítima das balas anarquistas da CNT.
Verdadeiro ideólogo do nacionalismo revolucionário, anti-capitalista e anti-marxista, legou-nos uma profusa obra política que ainda hoje impressiona pela sua actualidade.
Onésimo Redondo
Presente!
23 de jul. de 2013
Tema musical da Semana
Pasodoble dedicado ao destro Domingo Ortega, uma das maiores glórias do toureio da 1ª metade do século XX espanhol e falangista da velha guarda, ainda hoje muito executado nas filarmónicas, da autoria de Ledesma/Oropesa.
22 de jul. de 2013
O fracasso da I República
(Túmulo de Machado Santos, Cemitério do Alto de S. João)
Em 30 de Julho de 1915, Carlos da Maia, destacado republicano e á época governador de Macau, desiludido com o rumo do regime que ele próprio ajudara a fundar escrevia nestes termos a Machado Santos, fundador da República e herói da Rotunda, defensor de uma república nacionalista, antipartidocrática, antiparlamenatarista, colonialista e corporativista, que com ele viria a perecer na tristemente célebre "Noite sangrenta" de 19 de Outubro de 1921, uma data vergonhosa para a nossa História recente, quando uma nação inteira nada fez para salvar os seus heróis.
Foram talvez palavras destas que mais tarde se revelariam proféticas para que depois duma longa e quase sempre sombria república maçónica uma radiosa aurora de ressurgimento nacional trouxesse de novo e de forma firme a bonança de que a nação precisava.
Carlos da Maia cedo compreendeu que a república estava longe de ser aquilo que ele e outros tinham sonhado, traduzindo o seu desencanto nestas palavras: "A República falhou! Só temos que esperar dias tristes. O Parlamentarismo é uma ficção, uma burla sem nome.
O nosso povo, inconsciente e analfabeto, não merecia a República.
Triste mas dura realidade."
Raúl Navarro
(Autor do blogue)
19 de jul. de 2013
Militantes (ou considerações sobre uma autêntica militância nacionalista)
Um militante conhece a doutrina em profundidade e em extensão, os seus antecedentes, as suas evoluções, os seus autores e precursores, as bases em que assenta, as características marcantes, as criticas formuladas, as possibilidades de actuação, os meios a empregar, os resultados obtidos.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.
Virgílio de Lemos
O Meu Esclarecimento
Juventude Nacionalista, Lisboa Março de 1949
Tema musical da Semana
"Bailar em Nespereira", uma linda rapsódia do compositor militar cinfanense Valdemar do Nascimento Sequeira que tenho o privilégio de conhecer pessoalmente.
Esta rapsódia foi uma das obras musicais comemorativas dos 150 anos da Banda Marcial de Nespereira- Cinfães, actualmente dirigida pelo maestro tenente Alexandre Coelho.
18 de jul. de 2013
17 de jul. de 2013
16 de jul. de 2013
15 de jul. de 2013
Duas grandes linhas de batalha
"Temos sob os olhos as duas grandes linhas de batalha; avançam uma para outra. Momento formidável da vida da humanidade! Quem terá a vitória? Não podemos duvidar. A vitória vai caber á linha da Direita, a cuja frente está a linha católica. É a Igreja Católica que tem a divina promessa de que as portas do Inferno não prevalecerão e é do seu comando a mais grandiosa obra missionária do mundo. Sem prejuízo da parte concedida á liberdade humana , quaisquer que sejam as vicissitudes da imensa batalha, o triunfo definitivo, mercê da graça irresistível, será dela! Nós católicos somos as portas da Igreja, todos somos soldados dessa divina milícia; Pio XI é o seu chefe!"
António Lino Neto
Comunismo e Catolicismo frente a frente
Novidades (1931)
11 de jul. de 2013
Biografia de Onésimo Redondo
No mês em que se comemoram os 77 anos da morte dum dos precursores do Nacional-Sindicalismo, deixo-vos hoje um interessante vídeo com um breve resumo biográfico.
21 de jun. de 2013
17 de jun. de 2013
15 de jun. de 2013
13 de jun. de 2013
Preferimos o caminho difícil
"Preferimos sair desse caminho cómodo e ir, como disse o nosso camarada Ledesma Ramos, pelo caminho da revolução, pelo caminho da outra revolução, pelo caminho da verdadeira revolução. Porque todas as revoluções foram incompletas até agora enquanto nenhuma serviu, juntas, á ideia nacional de Pátria e á ideia de justiça social. Nós integramos estas duas coisas: a Pátria e a justiça social, e categoricamente, sobre esses dois princípios incomutáveis queremos fazer a nossa revolução".
José António Primo de Rivera
12 de jun. de 2013
O amor não é tolerância
Existe também outra falsificação da imagem deste amor sobrenatural. Acredita-se que um homem que actua na vida segundo a lei do amor deve ser necessariamente um homem bondoso, cheio de compaixão, disposto a todos os compromissos, incapaz de fazer uso da violência, inclinado a perdoar todas as injustiças e sobretudo amante da paz. Isto não está certo.
Existem circunstâncias nas quais o tipo de amor espiritual pode chegar a ser terrível e despiedado. Quando o arcanjo S. Gabriel retirou Lúcifer e as suas hostes do céu, não procedeu com suavidade com os rebeldes; Jesus Cristo tomou o chicote e expulsou os vendedores do templo. No dia do Juízo Final não podemos dizer que Jesus Cristo não tem amor, porque vai julgar-nos e muitos terminarão no Inferno. Quando um dirigente dum país manda cortar a cabeça a um malfeitor, isto não significa que não tem amor; pelo contrário, poderia ser culpabilizado de falta de amor para com o povo se não tivesse procedido tão severamente. Corneliu Codreanu, acusado no parlamento do seu país de que não era cristão, por exigir a aplicação da pena capital, contestou: " Entre a morte da minha nação e a morte de um malfeitor, prefiro a morte deste último".
Existem circunstâncias nas quais o tipo de amor espiritual pode chegar a ser terrível e despiedado. Quando o arcanjo S. Gabriel retirou Lúcifer e as suas hostes do céu, não procedeu com suavidade com os rebeldes; Jesus Cristo tomou o chicote e expulsou os vendedores do templo. No dia do Juízo Final não podemos dizer que Jesus Cristo não tem amor, porque vai julgar-nos e muitos terminarão no Inferno. Quando um dirigente dum país manda cortar a cabeça a um malfeitor, isto não significa que não tem amor; pelo contrário, poderia ser culpabilizado de falta de amor para com o povo se não tivesse procedido tão severamente. Corneliu Codreanu, acusado no parlamento do seu país de que não era cristão, por exigir a aplicação da pena capital, contestou: " Entre a morte da minha nação e a morte de um malfeitor, prefiro a morte deste último".
Horia Sima
O homem cristão e a acção política
Temas
Catolicismo,
Codreanu,
Guarda de Ferro,
Horia Sima,
Nacionalismo,
Politica
10 de jun. de 2013
6 de jun. de 2013
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