28 de jun. de 2014
Tema musical da semana
"Homenagem ao Maestro Miguel de Oliveira" é uma marcha da autoria de Ilídio Costa, talvez o maior compositor português para banda da actualidade. É dedicada ao também compositor Miguel de Oliveira, célebre regente da Banda de Monção e está executada aqui pela Banda de Vilela, filarmónica do concelho de Paredes, numa gravação de 2004 dirigida pelo maestro José Ricardo Freitas.
24 de jun. de 2014
23 de jun. de 2014
20 de jun. de 2014
Tema musical da Semana
"Arte e Emoção" é um pasodoble da autoria do meu amigo António C. Labreca, dedicado ao magazine tauromáquico com o mesmo nome, outrora transmitido pela RTP2. Esta obra é executada pela filarmónica ribatejana de Samora Correia, freguesia do concelho de Benavente.
Temas
Compositores Portugueses,
Cultura,
Festa Brava,
Filarmónicas,
Música,
TV
19 de jun. de 2014
13 de jun. de 2014
12 de jun. de 2014
Tema musical da semana
"Concerto de Amore", abertura do compositor americano Jacob de Haan, executada aqui pela Banda Filarmónica de S. Mamede de Ribatua, associação fundada em 1799 e sedeada no concelho de Alijó.
10 de jun. de 2014
8 de jun. de 2014
4 de jun. de 2014
Tema musical da semana
"Relevos da Memória" é uma obra musical do compositor Jorge Campos, sobre temas populares da freguesia de Ancede- Baião, que muito bem conheço.
Executada pela Banda Musical de Pontido, filarmónica do concelho de Vila Pouca de Aguiar, é dirigida pelo sargento Manuel Monteiro, meu amigo de longa data.
2 de jun. de 2014
29 de mai. de 2014
28 de mai. de 2014
27 de mai. de 2014
24 de mai. de 2014
22 de mai. de 2014
Tema musical da semana
O pasodoble de concerto "Momentos de Ilídio Senra", escrito por José Maciel, músico da Banda Marcial de Paços de Ferreira, que executa esta obra no concerto comemorativo dos 177 anos da elevação de Paços de Ferreira a concelho, realizado em 2 de Novembro de 2013. Dirige a banda o maestro Francisco Abreu.
20 de mai. de 2014
14 de mai. de 2014
Tema musical da semana
A obra "Mumadona Dias" é uma composição de Carlos Marques escrita em 2009 dedicada á histórica figura da condessa Mumadona Dias, fundadora do Castelo de Guimarães. Uma obra de características impares, executada aqui pela Banda Amizade de Aveiro, dirigida pelo autor, um dos mais destacados compositores do universo filarmónico nacional, em parceria com a Banda de Gaitas de S. Bernardo, também da cidade de Aveiro.
13 de mai. de 2014
12 de mai. de 2014
Uma descoberta daquelas...
Hoje, entrando eu num dos pólos da Biblioteca Municipal de Guimarães, da qual sou sócio, deparo-me de imediato com uma montra com os cravos da abrilada, e no meio, como que aconselhando a leitura do livro, este tinha o título "25 de Abril de 1974- A revolução da perfídia", da autoria do general Silva Cardoso, editado pela Prefácio. Depois de ter folheado o mesmo por vários instantes, foi o suficiente para me aperceber da excelente quantidade de documentação e depoimentos sobre a radiosa aurora democrática. E o mais insólito, é que o livro era apresentado como sendo de leitura aconselhável por estar relacionado com o 25A. Imediatamente me dirigi ao funcionário e logo o tratei de o requisitar, e tive ainda a oportunidade de o questionar sobre o conteúdo do livro, ao que ele me respondeu "Só sei que é sobre o 25 de Abril". Bela resposta. Sorte foi a minha de o ter descoberto, e requisitá-lo antes que algum abrileiro indignado fizesse um escandalo.
Pior do que isto, só mesmo a iniciativa do Municipio vimaranense de projectar filmes sobre o 25 de Abril e a Democracia no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Coitado do homem, deve estar ás voltas no túmulo da capela da Madre Deus. Mas enfim, já nada me espanta vindo dos funcionários desta casa, que um dia me chegaram a dizer que Alfredo Pimenta foi um opositor do Estado Novo. Enfim, singularidades da vida democrática...
PS. Brevemente transcrições do livro.
Pior do que isto, só mesmo a iniciativa do Municipio vimaranense de projectar filmes sobre o 25 de Abril e a Democracia no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Coitado do homem, deve estar ás voltas no túmulo da capela da Madre Deus. Mas enfim, já nada me espanta vindo dos funcionários desta casa, que um dia me chegaram a dizer que Alfredo Pimenta foi um opositor do Estado Novo. Enfim, singularidades da vida democrática...
PS. Brevemente transcrições do livro.
9 de mai. de 2014
8 de mai. de 2014
Tema musical da semana
O pasodoble Carlos Pacheco, uma das últimas composições do meu amigo Valdemar Sequeira, executada pela Banda de Vilela- Paredes, regida pelo maestro José Ricardo Freitas, que estreou esta obra no passado dia 27 de Abril nas tradicionais Festas das Rosas, que ocorrem anualmente na freguesia de Vilar de Figos, concelho de Barcelos no último Domingo de Abril.
Temas
Compositores Portugueses,
Cultura,
Filarmónicas,
Minho,
Música,
Tradições
6 de mai. de 2014
3 de mai. de 2014
1 de mai. de 2014
Pela dignidade da classe trabalhadora
"O Trabalho, ao contrário do que sustenta o Capitalismo, não é mera mercadoria cujo preço se sujeita á lei da oferta e da procura. Não é, também, propriedade do Estado como quer o Comunismo.
O Trabalho é uma actividade humana e como tal deve ser considerado e respeitado. (...)
Os trabalhadores de todas as categorias são os empreiteiros da grandeza da Pátria. Á elevação do trabalhador, na sociedade contemporânea é, sem dúvida, a grande campanha da época actual. (...)
Proclamamos, portanto, o direito do trabalhador reclamar um salário justo, isto é, um salário nunca inferior á importância necessária para que o trabalhador e a sua família mantenham uma vida digna. O trabalho não existe para escravizar o homem, mas sim para garantir o acesso á propriedade privada e aos outros bens da vida. (...)
Queremos o trabalhador garantido nas suas necessidades, participando nos lucros das empresas e beneficiando do progresso geral. Queremos o trabalhador estudando, de olhar iluminado, como um homem livre. Queremo-lo influindo directamente nas decisões do governo, como um ente superior. Só assim o trabalho será um meio de libertação!"
Plínio Salgado
30 de abr. de 2014
Tema musical da semana
A rapsódia "Português Suave", de Carlos Marques, uma obra cheia de temas conhecidos por todos, executada pela Banda dos Bombeiros Voluntários de S. Mamede de Ribatua, filarmónica do concelho de Alijó fundada em 1799.
29 de abr. de 2014
Informação
Camaradas, o NEOS- Núcleo de Estudos Oliveira Salazar encontra-se já com uma nova direcção recentemente eleita e em processo de reorganização. Contamos com a colaboração de todos.
Informações através de info@oliveirasalazar.org
Informações através de info@oliveirasalazar.org
25 de abr. de 2014
24 de abr. de 2014
Os crimes dos "Bons"
"Mas quais são os crimes de guerra que os Estados Neutros reconhecem?
São os bombardeamentos dos hospitais, o torpedeamento dos navios-hospitais? São os bombardeamentos de populações civis indefesas, de creches e asilos de crianças e velhos? São as destruições de edifícios culturais, de templos e museus? São os actos que, no depoimento insuspeito do Osservatore Romano, se estão a praticar na Itália libertada, e ofendem a "decência e a humanidade"? São os massacres de Katyn? Crimes de guerra.
Se se pretende definir os crimes de guerra, institua-se um tribunal próprio, formado exclusivamente por estados neutrais, sob a presidência efectiva do Pontifíce.
Agora, arvorarem-se as Democracias beligerantes em em tribunal para só verem crimes de guerra no campo adverso , e por conta duma vitória que, por hora, está apenas no campo dos seus desejos, e fazerem pressão sobre os Estados neutrais, levando-os a declarações vergonhosas, incompatíveis com a honra nacional, é uma indignidade contra que, ainda que isolado, levanto o meu protesto.
Se a guerra é um crime, todos os actos de guerra são crimes de guerra, e todos os que entrarem nela são criminosos, independentemente do campo a que pertençam.
Se a guerra é a fatalidade lógica da vida dos povos, os actos que a guerra condiciona e as necessidades de guerra impõem não são crimes. Mas, se um dos contendores os considera tais, isto é questão a derimir entre os beligerantes o tratado de Paz, mas nunca pode envolver a posição dos neutros, o seu critério, a sua independência e a sua honra. Deixem aos neutros, pelo menos, a liberdade de serem honrados!
São os bombardeamentos dos hospitais, o torpedeamento dos navios-hospitais? São os bombardeamentos de populações civis indefesas, de creches e asilos de crianças e velhos? São as destruições de edifícios culturais, de templos e museus? São os actos que, no depoimento insuspeito do Osservatore Romano, se estão a praticar na Itália libertada, e ofendem a "decência e a humanidade"? São os massacres de Katyn? Crimes de guerra.
Se se pretende definir os crimes de guerra, institua-se um tribunal próprio, formado exclusivamente por estados neutrais, sob a presidência efectiva do Pontifíce.
Agora, arvorarem-se as Democracias beligerantes em em tribunal para só verem crimes de guerra no campo adverso , e por conta duma vitória que, por hora, está apenas no campo dos seus desejos, e fazerem pressão sobre os Estados neutrais, levando-os a declarações vergonhosas, incompatíveis com a honra nacional, é uma indignidade contra que, ainda que isolado, levanto o meu protesto.
Se a guerra é um crime, todos os actos de guerra são crimes de guerra, e todos os que entrarem nela são criminosos, independentemente do campo a que pertençam.
Se a guerra é a fatalidade lógica da vida dos povos, os actos que a guerra condiciona e as necessidades de guerra impõem não são crimes. Mas, se um dos contendores os considera tais, isto é questão a derimir entre os beligerantes o tratado de Paz, mas nunca pode envolver a posição dos neutros, o seu critério, a sua independência e a sua honra. Deixem aos neutros, pelo menos, a liberdade de serem honrados!
Alfredo Pimenta
Os Criminosos de Guerra e os Neutros
(Publicado no número 107 da revista "A Esfera" em 1945)
23 de abr. de 2014
Tema musical da Semana
A Banda de música de Santiago de Silvalde- Espinho, apresenta nesta gravação dirigida pelo maestro Filipe Fonseca, a abertura "Quo Vadis", de A. Scassola.
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