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Mostrando postagens com marcador Estado Novo. Mostrar todas as postagens
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23 de jan. de 2020
15 de mar. de 2018
Uma marcha histórica
"Angola é nossa" marcha militar de Duarte Ferreira Pestana, célebre músico e compositor da Banda da GNR de Lisboa, um hino destinado a dar animo às tropas portuguesas que defenderam o nosso império ultramarino.
28 de fev. de 2018
11 de dez. de 2016
5 de set. de 2015
25 de jun. de 2015
Monumento aos Combatentes do Ultramar
Monumento aos Combatentes do Ultramar existente na Vila de S. Tomé de Negrelos, concelho de Santo Tirso.
27 de jul. de 2014
12 de mai. de 2014
Uma descoberta daquelas...
Hoje, entrando eu num dos pólos da Biblioteca Municipal de Guimarães, da qual sou sócio, deparo-me de imediato com uma montra com os cravos da abrilada, e no meio, como que aconselhando a leitura do livro, este tinha o título "25 de Abril de 1974- A revolução da perfídia", da autoria do general Silva Cardoso, editado pela Prefácio. Depois de ter folheado o mesmo por vários instantes, foi o suficiente para me aperceber da excelente quantidade de documentação e depoimentos sobre a radiosa aurora democrática. E o mais insólito, é que o livro era apresentado como sendo de leitura aconselhável por estar relacionado com o 25A. Imediatamente me dirigi ao funcionário e logo o tratei de o requisitar, e tive ainda a oportunidade de o questionar sobre o conteúdo do livro, ao que ele me respondeu "Só sei que é sobre o 25 de Abril". Bela resposta. Sorte foi a minha de o ter descoberto, e requisitá-lo antes que algum abrileiro indignado fizesse um escandalo.
Pior do que isto, só mesmo a iniciativa do Municipio vimaranense de projectar filmes sobre o 25 de Abril e a Democracia no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Coitado do homem, deve estar ás voltas no túmulo da capela da Madre Deus. Mas enfim, já nada me espanta vindo dos funcionários desta casa, que um dia me chegaram a dizer que Alfredo Pimenta foi um opositor do Estado Novo. Enfim, singularidades da vida democrática...
PS. Brevemente transcrições do livro.
Pior do que isto, só mesmo a iniciativa do Municipio vimaranense de projectar filmes sobre o 25 de Abril e a Democracia no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Coitado do homem, deve estar ás voltas no túmulo da capela da Madre Deus. Mas enfim, já nada me espanta vindo dos funcionários desta casa, que um dia me chegaram a dizer que Alfredo Pimenta foi um opositor do Estado Novo. Enfim, singularidades da vida democrática...
PS. Brevemente transcrições do livro.
27 de mar. de 2014
21 de jan. de 2014
Uma República presidencialista
"Desviou-se a nossa constituição do tipo corrente das constituições europeias do século XIX, em que o Chefe do Estado aparentemente era tudo e realmente era nada, a não ser figura decorativa das solenidades oficiais e o sancionador de deliberações e actos de que não tinha iniciativa nem o comando (...).
A um presidente decorativo e inerte a Constituição substituiu o verdadeiro Chefe do Estado, guia activo da Nação, responsável pelos seus destinos."
Oliveira Salazar
18 de dez. de 2013
O fracasso da economia liberal
"A economia liberal, que nos deu o super-capitalismo, a concorrência desenfreada, a amoralidade económica, o trabalho mercadoria, o desemprego de milhões de homens, morreu já. Receio apenas que em violenta reacção contra os seus excessos vamos cair noutros que não seriam socialmente melhores. As instituições políticas correspondentes sobretudo à democracia parlamentar não tardarão a ter a mesma sorte.
Ainda que será preciso ter cuidado, não vá matar-se o mal criando outros, e não vá acontecer que certos princípios, que devemos supor aquisições definitivas da humanidade, sejam arrastados de envolta com muitos que não fazem falta nenhuma."
Ainda que será preciso ter cuidado, não vá matar-se o mal criando outros, e não vá acontecer que certos princípios, que devemos supor aquisições definitivas da humanidade, sejam arrastados de envolta com muitos que não fazem falta nenhuma."
Oliveira Salazar
19 de jul. de 2013
Militantes (ou considerações sobre uma autêntica militância nacionalista)
Um militante conhece a doutrina em profundidade e em extensão, os seus antecedentes, as suas evoluções, os seus autores e precursores, as bases em que assenta, as características marcantes, as criticas formuladas, as possibilidades de actuação, os meios a empregar, os resultados obtidos.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.
Virgílio de Lemos
O Meu Esclarecimento
Juventude Nacionalista, Lisboa Março de 1949
15 de jul. de 2013
Duas grandes linhas de batalha
"Temos sob os olhos as duas grandes linhas de batalha; avançam uma para outra. Momento formidável da vida da humanidade! Quem terá a vitória? Não podemos duvidar. A vitória vai caber á linha da Direita, a cuja frente está a linha católica. É a Igreja Católica que tem a divina promessa de que as portas do Inferno não prevalecerão e é do seu comando a mais grandiosa obra missionária do mundo. Sem prejuízo da parte concedida á liberdade humana , quaisquer que sejam as vicissitudes da imensa batalha, o triunfo definitivo, mercê da graça irresistível, será dela! Nós católicos somos as portas da Igreja, todos somos soldados dessa divina milícia; Pio XI é o seu chefe!"
António Lino Neto
Comunismo e Catolicismo frente a frente
Novidades (1931)
28 de abr. de 2012
23 de abr. de 2012
Comemorações dos 123 Anos do Nascimento do Doutor Oliveira Salazar
Vai-se realizar no dia 28 de Abril de 2012, no Vimieiro / Santa Comba Dão, uma
exposição com objectos pessoais e mobiliário do Doutor Oliveira
Salazar.
Esta exposição terá lugar entre as 10:00 e as 12:30 horas.
Mais informações aqui
Esta exposição terá lugar entre as 10:00 e as 12:30 horas.
Mais informações aqui
7 de set. de 2011
Setembro-Jamais olvidar o dia 7
Não esquecemos nem perdoamos!
Dedicado ao meu amigo e camarada José e muito em especial ao meu estimado amigo Carlos Branco, que também lá esteve, e que hoje atravessa um momento especialmente dificil.
Força Branco!
27 de jul. de 2011
11 de jun. de 2011
9 de jun. de 2011
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