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28 de fev. de 2018
17 de dez. de 2014
As aquisições!
Obviamente não podia deixar de aproveitar a oportunidade para fazer umas incursões pelas livrarias madrileñas e visitar alguns locais importantes do meio nacionalista espanhol, como foi o caso do Museu da Divisão Azul, entre outros locais. Á margem deste meu passeio, tive oportunidade de estabelecer contactos com muitos camaradas do país vizinho, de que mais tarde darei conta.
Temas
A Falange de outrora,
DVDs,
História,
Livros,
Memória histórica,
Passeios
22 de set. de 2014
A famosa Divisão Azul
"A famosa Divisão Azul, composta por voluntários falangistas (o azul vinha das camisas azuis do movimento) foi comandada pelo general Agustin Muñoz Grandes, também falangista. A Franco, serviu-lhe, por um lado, para aliar a Espanha á Alemanha - pelo menos na frente Leste - e, por outro, para afastar da Espanha alguns quadros políticos e militares pró-alemães. Constituída inicialmente por 17692 oficiais e soldados, a Divisão Azul chegara á Alemanha em Julho de 1941 para treino e estaria na Frente Russa ainda esse ano. O grosso dos seus efectivos regressaria a Espanha em finais de 1943, mas cerca de 1500 homens, a Legião Espanhola, ficaria até á Primavera de 1944. Um núcleo mais restrito, acabaria depois por ser integrado na Divisão SS Walonia, participando na Batalha de Berlim. No total, combateram na Rússia cerca de 47000 espanhóis, com 22000 baixas (incluindo 4500 mortos e 300 prisioneiros). Num dado momento, os espanhóis pensaram em usar. contra Franco, Muñoz-Grandes, que nos finais de 1942 fora substituído á frente da Divisão Azul pelo general Esteban Infantes."
Jaime Nogueira Pinto
Portugal, Ascensão e Queda
4 de set. de 2014
5 de ago. de 2014
9 de jul. de 2014
24 de mai. de 2014
12 de mai. de 2014
Uma descoberta daquelas...
Hoje, entrando eu num dos pólos da Biblioteca Municipal de Guimarães, da qual sou sócio, deparo-me de imediato com uma montra com os cravos da abrilada, e no meio, como que aconselhando a leitura do livro, este tinha o título "25 de Abril de 1974- A revolução da perfídia", da autoria do general Silva Cardoso, editado pela Prefácio. Depois de ter folheado o mesmo por vários instantes, foi o suficiente para me aperceber da excelente quantidade de documentação e depoimentos sobre a radiosa aurora democrática. E o mais insólito, é que o livro era apresentado como sendo de leitura aconselhável por estar relacionado com o 25A. Imediatamente me dirigi ao funcionário e logo o tratei de o requisitar, e tive ainda a oportunidade de o questionar sobre o conteúdo do livro, ao que ele me respondeu "Só sei que é sobre o 25 de Abril". Bela resposta. Sorte foi a minha de o ter descoberto, e requisitá-lo antes que algum abrileiro indignado fizesse um escandalo.
Pior do que isto, só mesmo a iniciativa do Municipio vimaranense de projectar filmes sobre o 25 de Abril e a Democracia no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Coitado do homem, deve estar ás voltas no túmulo da capela da Madre Deus. Mas enfim, já nada me espanta vindo dos funcionários desta casa, que um dia me chegaram a dizer que Alfredo Pimenta foi um opositor do Estado Novo. Enfim, singularidades da vida democrática...
PS. Brevemente transcrições do livro.
Pior do que isto, só mesmo a iniciativa do Municipio vimaranense de projectar filmes sobre o 25 de Abril e a Democracia no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Coitado do homem, deve estar ás voltas no túmulo da capela da Madre Deus. Mas enfim, já nada me espanta vindo dos funcionários desta casa, que um dia me chegaram a dizer que Alfredo Pimenta foi um opositor do Estado Novo. Enfim, singularidades da vida democrática...
PS. Brevemente transcrições do livro.
9 de abr. de 2014
A Democracia é incapaz de ser forte
Para aquelas mentes iluminadas que ainda pensam que o movimento nacionalista terá hipóteses pela via da Democracia, aqui fica uma das opiniões dum dos grandes Mestres do Nacionalismo português:
"Na política interna, a Democracia conduz á fraqueza. Dispersando a autoridade, destrói-a. Dividindo ao máximo as responsabilidades, suprime-as na prática. Por isso, no momento do perigo, a autoridade irresponsável da Democracia, sem força nem coerência, é incapaz de se opor á desordem.
Na política externa, a Democracia não se opõe também aos ataques ou ciladas do estrangeiro. Primeiro, porque a sua mitologia da Fraternidade a impede de acudir á defesa militar. Segundo, porque a tendência dos partidos de oposição e a missão dos agentes das sociedades secretas internacionais, são de favorecer ás ocultas e até elogiar em público a intervenção estrangeira. (...)
Logo, a Democracia, negação da Autoridade e da Responsabilidade - é incapaz de ser forte."
"Na política interna, a Democracia conduz á fraqueza. Dispersando a autoridade, destrói-a. Dividindo ao máximo as responsabilidades, suprime-as na prática. Por isso, no momento do perigo, a autoridade irresponsável da Democracia, sem força nem coerência, é incapaz de se opor á desordem.
Na política externa, a Democracia não se opõe também aos ataques ou ciladas do estrangeiro. Primeiro, porque a sua mitologia da Fraternidade a impede de acudir á defesa militar. Segundo, porque a tendência dos partidos de oposição e a missão dos agentes das sociedades secretas internacionais, são de favorecer ás ocultas e até elogiar em público a intervenção estrangeira. (...)
Logo, a Democracia, negação da Autoridade e da Responsabilidade - é incapaz de ser forte."
João Ameal
Falência da Democracia
30 de mar. de 2014
Os falangistas vistos por Jaime Nogueira Pinto
"Os falangistas eram nacionalistas-revolucionários, anticonservadores, partidários duma revolução social, da nacionalização dos Bancos, da reforma agrária. Aproximavam-se, ideologicamente, dos fascistas italianos do período fundacional. Recrutavam os seus militantes entre os estudantes universitários, tinham também muitos adeptos operários e agricultores. Tinham uma linguagem poética e violenta que lembrava os aforismos de Nietzsche. Mas, ao contrário do pacífico filósofo de Para além do bem e do mal, confirmavam essa linguagem em duríssimas refregas em que geralmente morriam e matavam. Eram eles quem pagava com violência a violência que vinha dos anarquistas e de alguns sectores socialistas."
Jaime Nogueira Pinto
António de Oliveira Salazar - O outro retrato
21 de out. de 2013
A obediência
Nada de fundamental se pode realizar se se é egoísta, se se
é orgulhoso.
Obedecer é uma alegria, porque é uma forma de se dar; de se
dar conscientemente.
Obedecer é um dever, pois o bem comum depende da conjunção
disciplinada de todas as energias.
A sociedade humana não é uma nuvem de mosquitos encarniçados
e enlouquecidos lançando-se ao vento segundo o seu interesse e o seu humor, mas
é um grande complexo sensível, que a anarquia converte em estéril ou perigoso,
enquanto que a ordem e a harmonia dão possibilidades ilimitadas.
Um povo rico, composto por milhões de indivíduos isolados
egoisticamente, é um povo morto.
Um povo pobre, em que cada qual reconhece inteligentemente os
seus limites e as suas obrigações, obedece e trabalha em equipa, é um povo
vivo.
A obediência é a forma mais elevada do uso da liberdade.
É uma manifestação constante de autoridade; autoridade sobre
si mesmo que é a mais difícil de todas.
Ninguém sabe, na verdade, dirigir a todos os demais se não
soube antes dirigir-se a si mesmo; dominar o corcel orgulhoso que, dentro de
cada qual, teria querido lançar-se loucamente ao vento da aventura.
Depois de ter obedecido, então sim podemos mandar, não para
gozar brutalmente do direito de afastar os outros, mas porque a chefia é uma coisa
magnífica quando tende a disciplinar as forças impacientes dos demais e a
conduzi-las á plenitude do seu rendimento, manancial supremo da alegria.
Leon Degrelle
Almas ardendo
26 de jul. de 2013
19 de jul. de 2013
Militantes (ou considerações sobre uma autêntica militância nacionalista)
Um militante conhece a doutrina em profundidade e em extensão, os seus antecedentes, as suas evoluções, os seus autores e precursores, as bases em que assenta, as características marcantes, as criticas formuladas, as possibilidades de actuação, os meios a empregar, os resultados obtidos.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.
Um militante vive a doutrina, com desinteresse, nada pedindo e tudo oferecendo, sem olhar a vantagens previsíveis, benesses sedutoras, a posições futuras, a regalias distantes, a favores longinquos.
Vive a doutrina com ardor, a atear o entusiasmo, a galvanizar energias, a polarizar aspirações, a elucidar os revoltados, a conformar os descontentes, a convencer os cépticos, a seduzir os descrentes, a arrastar os desinteressados, a despertar os indiferentes, a esclarecer os adversários, a todos inspirando confiança.
Vive a doutrina, com sacrifício, aceitando estoicamente as responsabilidades, afrontando serenamente os riscos, indiferente aos ataques dos adversários, ás blasfémias dos inimigos, ao escárnio dos mal-dizentes, ás ingratidões dos iniquos, ás injustiças dos ignorantes, ás vilanias dos hipócritas, ás traições dos cobardes, disciplinando caprichos, endurecendo o coração, recalcando as lágrimas.
O Militante irradia a doutrina, faz a sua propaganda, com clareza e verdade, pela palavra, pelo escrito ou pela imagem, na tribuna ou na Imprensa, no livro ou no panfleto, no cinema, no teatro ou na rádio, sempre e em toda a parte, na cidade ou na aldeia, no monte ou no vale, a ninguém enganando, e a todos esclarecendo.
O militante é fiel aos princípios, é leal aos chefes, não transige, afasta inovações que desvirtuam, desvios que matam, disfarces que repugnam, camuflagens que desprestigiam, lutando sempre de fonte erguida, com o mesmo entusiasmo das horas triunfantes, até á consumação final da vitória.
O Militante é assim: sabe por que se bate. É um sacrificado. Pode morrer no combate mas parte para o além com a certeza de que a sua Morte não foi em vão neste mundo.
Virgílio de Lemos
O Meu Esclarecimento
Juventude Nacionalista, Lisboa Março de 1949
17 de jul. de 2013
28 de mai. de 2013
Alfredo Pimenta e o 28 de Maio
«... A data de 28 de Maio de 1926 marca efectivamente, na vida do Estado republicano, uma fase essencial.
Aquilo que Pimenta de Castro, o honrado e ingénuo General, e o cavalheiresco Sidónio Pais não puderam realizar, por falta de decisão, o primeiro, por carência de doutrina, o segundo, realizou-o em parte o 28 de Maio.
A ditadura das Espadas não revelou ninguém; a ditadura dezembrista revelou uma alma - Sidónio; o 28 de Maio revelou um Estadista - Salazar.
Salazar é uma ideia, uma doutrina, tendo ao seu serviço uma vontade.»
Aquilo que Pimenta de Castro, o honrado e ingénuo General, e o cavalheiresco Sidónio Pais não puderam realizar, por falta de decisão, o primeiro, por carência de doutrina, o segundo, realizou-o em parte o 28 de Maio.
A ditadura das Espadas não revelou ninguém; a ditadura dezembrista revelou uma alma - Sidónio; o 28 de Maio revelou um Estadista - Salazar.
Salazar é uma ideia, uma doutrina, tendo ao seu serviço uma vontade.»
In Palavras à Juventude, p. 19, ed. Pola Grey, 1941.
23 de mai. de 2013
22 de abr. de 2013
14 de abr. de 2013
21 de fev. de 2013
20 de fev. de 2013
Ainda em arrumações...
Aqui ficam alguns dos livros com os quais enriqueci a minha biblioteca na minha última visita a Vigo em Agosto passado. Um agradecimento aos camaradas falangistas pelo caloroso acolhimento e receptividade demonstrado na visita á sua sede local.
Destes livros merece destaque o "Falange- Una mirada al futuro" e "Dignidad humana y Justicia social", uma compilação de discursos e escritos de José António. Especial referencia para o DVD de dois volumes intitulado "Franco y sus hombres", com as biografias dos generais heróis do bando nacional.
Destes livros merece destaque o "Falange- Una mirada al futuro" e "Dignidad humana y Justicia social", uma compilação de discursos e escritos de José António. Especial referencia para o DVD de dois volumes intitulado "Franco y sus hombres", com as biografias dos generais heróis do bando nacional.
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