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2 de mai. de 2015

31 de mar. de 2015

31 de Março de 1994



Léon Degrelle Presente!!!

12 de mar. de 2015

O Genocidio de Dresden



Conferência de Eduardo Nuñez na sede do MSR de Madrid.

22 de set. de 2014

A famosa Divisão Azul


"A famosa Divisão Azul, composta por voluntários falangistas (o azul vinha das camisas azuis do movimento) foi comandada pelo general Agustin Muñoz Grandes, também falangista. A Franco, serviu-lhe, por um lado, para aliar a Espanha á Alemanha - pelo menos na frente Leste -  e, por outro, para afastar da Espanha alguns quadros políticos e militares pró-alemães. Constituída inicialmente por 17692 oficiais e soldados, a Divisão Azul chegara á Alemanha em Julho de 1941 para treino e estaria na Frente Russa ainda esse ano. O grosso dos seus efectivos regressaria a Espanha em finais de 1943, mas cerca de 1500 homens, a Legião Espanhola, ficaria até á Primavera de 1944. Um núcleo mais restrito, acabaria depois por ser integrado na Divisão SS Walonia, participando na Batalha de Berlim. No total, combateram na Rússia cerca de 47000 espanhóis, com 22000 baixas (incluindo 4500 mortos e 300 prisioneiros). Num dado momento, os espanhóis pensaram em usar. contra Franco, Muñoz-Grandes, que nos finais de 1942 fora substituído á frente da Divisão Azul pelo general Esteban Infantes."

Jaime Nogueira Pinto
Portugal, Ascensão e Queda

27 de ago. de 2014

8 de ago. de 2014

In Memoriam


24 de abr. de 2014

Os crimes dos "Bons"

"Mas quais são os crimes de guerra que os Estados Neutros reconhecem?
São os bombardeamentos dos hospitais, o torpedeamento dos navios-hospitais? São os bombardeamentos de populações civis indefesas, de creches e asilos de crianças e velhos? São as destruições de edifícios culturais, de templos e museus? São os actos que, no depoimento insuspeito do Osservatore Romano, se estão a praticar na Itália libertada, e ofendem a "decência e a humanidade"? São os massacres de Katyn? Crimes de guerra.
Se se pretende definir os crimes de guerra, institua-se um tribunal próprio, formado exclusivamente por estados neutrais, sob a presidência efectiva do Pontifíce.
Agora, arvorarem-se as Democracias beligerantes em em tribunal para só verem crimes de guerra no campo adverso , e por conta duma vitória que, por hora, está apenas no campo dos seus desejos, e fazerem pressão sobre os Estados neutrais, levando-os a declarações vergonhosas, incompatíveis com a honra nacional, é uma indignidade contra que, ainda que isolado, levanto o meu protesto.
Se a guerra é um crime, todos os actos de guerra são crimes de guerra, e todos os que entrarem nela são criminosos, independentemente do campo a que pertençam.
Se a guerra é a fatalidade lógica da vida dos povos, os actos que a guerra condiciona e as necessidades de guerra impõem não são crimes. Mas, se um dos contendores  os considera tais, isto é questão a derimir entre os beligerantes o tratado de Paz, mas nunca pode envolver a posição dos neutros, o seu critério, a sua independência e a sua honra. Deixem aos neutros, pelo menos, a liberdade de serem honrados!

Alfredo Pimenta
Os Criminosos de Guerra e os Neutros
(Publicado no número 107 da revista "A Esfera" em 1945)

1 de abr. de 2014

In Memoriam


Léon Degrelle
Presente!

11 de nov. de 2013

Entrevista de Leon Degrelle



Leon Degrelle, fundador do movimento rexista belga, general das Waffen SS e protagonista duma das maiores fugas da II Guerra Mundial fala nesta interessante entrevista sobre a fundação do REX na Bélgica e da sua actuação no teatro de operações da II Guerra ao lado do III Reich.

28 de fev. de 2013

Embaixadores no Inferno



Excelente filme sobre o drama dos prisioneiros da Divisão Azul prisioneiros na URSS. Comovente, uma verdadeira lição de valor e grandeza.