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22 de jul. de 2013

O fracasso da I República


(Túmulo de Machado Santos, Cemitério do Alto de S. João)

Em 30 de Julho de 1915, Carlos da Maia, destacado republicano e á época governador de Macau, desiludido com o rumo do regime que ele próprio ajudara a fundar escrevia nestes termos a Machado Santos, fundador da República e herói da Rotunda, defensor de uma república nacionalista, antipartidocrática, antiparlamenatarista, colonialista e corporativista, que com ele viria a perecer na tristemente célebre "Noite sangrenta" de 19 de Outubro de 1921, uma data vergonhosa para a nossa História recente, quando uma nação inteira nada fez para salvar os seus heróis.
Foram talvez palavras destas que mais tarde se revelariam proféticas para que depois duma longa e quase sempre sombria república maçónica uma radiosa aurora de ressurgimento nacional trouxesse de novo e de forma firme a bonança de que a nação precisava.
Carlos da Maia cedo compreendeu que a república estava longe de ser aquilo que ele e outros tinham sonhado, traduzindo o seu desencanto nestas palavras: "A República falhou! Só temos que esperar dias tristes. O Parlamentarismo é uma ficção, uma burla sem nome.
O nosso povo, inconsciente e analfabeto, não merecia a República.
Triste mas dura realidade."

Raúl Navarro
(Autor do blogue)

17 de jan. de 2012

Pormenores do Reino do Avental 1

Temos ouvido dizer nos últimos dias que a Maçonaria foi sempre uma instituição de livre debate de cultura e ideias, e que nunca foi contra a liberdade religiosa... tretas como todos nós sabemos...
Curiosamente, em finais de Outubro último estive uns dias na capital e como bom necroturista que sou (não, não se espantem porque o necroturismo não é uma anormalidade, até já existem cemitérios como é o caso dos Prazeres e o de Agramonte no Porto que já dispõem de roteiro turistico próprio...) ao dar as minhas voltas pelo Alto de S. João, deparei-me, entre as mais diversas tumbas que ostentavam simbolos maçónicos, com esta em que um senhor que em vida esteve ligado aos amigos do compasso e do esquadro, não quis deixar de colocar no seu epitáfio de que foi "o mais audaz e denodado inimigo da Companhia de Jesus". (recorde-se que uma das primeiras medidas da I República foi precisamente a ordem e feroz perseguição dos jesuitas).
Portanto, eis aqui mais uma prova sobre o importante papel desempenhado outrora e pelos vistos também hoje na vida pública.
Quem sou eu para contradizer alguém que por natureza foi contra a liberdade religiosa, mesmo depois do silenciondo tumulo?!?
OBS: Aguardem mais pormenores...

30 de ago. de 2011

Noticias das Férias

As aquisições, sendo de destacar o DVD recentemente editado "O PCE e a Defesa de Madrid", sobre os massacre vermelho de Paracuellos del Jarama
Real Maestranza
A Virgem da Macarena

Túmulo do General Queipo de Llano, conquistador de Sevilha na Guerra Civil.
Basilica da Macarena
Convém dizer que também já sofreu os efeitos da "Memória Histórica"

Túmulo de Joselito, El Gallo, um dos maiores toureiros de todos os tempos

Estátua da célebre Carmen

A Catedral de Sevilha
Capela del Baratillo, anexada á Praça de Touros da Real Maestranza, na Calle Adriano, onde se encontra a Virgen del Baratillo, patrona dos toureiros sevilhanos
Túmulo de Diego Martinez Barrio, último presidente da República Espanhola
Túmulo dos Falangistas sevilhanos, assassinados pelos marxistas durante o ano de 1935.
Neste túmulo encontra-se o também falangista sevilhano Sancho Dávila, primo direito de José António.

Amigos visitantes, aqui ficam algumas das fotos das minhas "vueltas" pela capital da Andaluzia...
Mais uma vez um agradecimento especial ao chefe provincial da Falange andaluza, o meu estimado amigo e camarada Jorge Gil.

26 de jan. de 2010

Monumento aos Caidos do 31 de Janeiro


Situado no Cemitério do Prado do Repouso no Porto.