| O vilarinhense Nuno Miguel Martins lançou recentemente um blog destinado a publicar on-line algumas das suas crónicas. O blog é o www.cronicasdovale.blogspot.com Parabéns Nuno! O Falangista Campense lança também hoje uma série de ligações da blogosfera do seu concelho. |
NS
9 de fev. de 2009
Mais um blog
7 de fev. de 2009
Um documentário a ver
Um documentário que eu aconselho vivamente a sua visualização quer se seja ou não simpatizante do Estado Novo.
A Crise!
Chegou a hora de uma vez por todas destruirmos o capitalismo e construirmos uma sociedade verdadeiramente Nacional, porque um Estado só pode ser forte, e não sendo ditatorial, se for Nacional.
ABAIXO O CAPITAL!
VIVA O ESTADO SINDICAL!
1 de fev. de 2009
31 de Janeiro
27 de jan. de 2009
26 de jan. de 2009
Um Discurso de José António
| Veio depois a perda da unidade espiritual dos povos, porque como o sistema funcionava sobre o logro das maiorias, todo aquele que aspirava a ganhar o sistema tinha que procurar a maioria dos sufrágios. E tinha que procurá-la roubando-a, se preciso, aos outros partidos, e para isso não tinha que hesitar em caluniá-los, em verter sobre eles as piores injúrias, em faltar deliberadamente à verdade, em não desperdiçar um só recurso de mentira e de aviltamento. E assim, sendo a fraternidade um dos postulados que o Estado liberal nos mostrava no seu frontispício, não houve nunca situação de vida colectiva na qual os homens, injuriados, inimigos uns dos outros, se sentiram menos irmãos do que na vida turbulenta e desagradável do Estado liberal. E, por último, o Estado liberal veio a apresentar-nos a escravidão económica, porque aos trabalhadores, com trágico sarcasmo, dizia-se-lhes: «sois livres de trabalhar o que quereis, ninguém pode compelir-vos a aceitar umas ou outras condições; agora: como nós somos os ricos, oferecemo-vos as condições que entendemos; vós, cidadãos livres, se não quereis não estais obrigados a aceitá-las; mas vós, cidadãos pobres, se não aceitais as condições que nós vos impomos, morrereis de fome, rodeados da máxima dignidade liberal». E assim veríeis como nos países onde se chegou a ter parlamentos mais brilhantes e instituições democráticas mais finas, não tínheis mais que afastar-vos uns cem metros dos bairros luxuosos para deparar com tugúrios infectos onde viviam amontoados os trabalhadores e as suas famílias, num limite de decoro quase infra-humano. E encontraríeis trabalhadores dos campos que de sol a sol se dobravam sobre a terra, de costas abrasadas, e que ganhavam em todo o ano, graças ao livre jogo da economia liberal, setenta ou oitenta jornas de três pesetas. Por isso teve que nascer, e foi justo o seu nascimento (nós não escondemos nenhuma verdade), o socialismo. Os trabalhadores tiveram que defender-se contra aquele sistema, que só lhes dava promessas de direitos, mas não se preocupava em dar-lhes uma vida justa. Agora, o socialismo, que foi uma reacção legítima contra aquela escravatura liberal, veio a descarrilar, primeiro numa interpretação materialista da vida e da História, segundo num sentido de represália; terceiro na proclamação do dogma da luta de classes. O socialismo, sobretudo o socialismo que construíram, impassíveis na frieza dos seus gabinetes, os apóstolos socialistas, em quem acreditavam os pobres trabalhadores, (…) o socialismo assim entendido, não vê na História senão um jogo de recursos económicos: o espiritual suprime-se, a religião é um ópio do povo, a pátria é um mito para explorar os desgraçados. Tudo isso diz o socialismo. Não há nada mais que produção, que organização económica. Assim resulta que os trabalhadores têm que espremer bem as suas almas para que não sobre dentro delas a menor gota de espiritualidade. O socialismo não aspira a restabelecer uma justiça social rompida pelo mau funcionamento dos Estados liberais, mas aspira à represália, aspira a chegar na injustiça tão longe quanto chegaram em sentido contrário os sistemas liberais. Por último, o socialismo proclama o dogma monstruoso da luta de classes, proclama o dogma de que as lutas entre as classes são indispensáveis, e produzem-se naturalmente na vida, porque não pode haver nunca nada que as aplaque. E o socialismo, que veio a ser uma crítica justa do liberalismo económico, trouxe-nos, por outro caminho, o mesmo que o liberalismo económico: a desagregação, o ódio, a separação, o esquecimento de todo o vínculo de irmandade e solidariedade entre os homens.(…) O movimento de hoje, que não é de partido, mas é um movimento, quase poderíamos dizer um anti-partido, saiba-se desde já, não é de direitas ou de esquerdas. Porque, no fundo, a direita é a aspiração a manter uma organização económica, ainda que seja injusta, e a esquerda é, no fundo, o desejo de subverter uma organização económica, ainda que ao subvertê-la se destruam muitas coisas boas. Logo, isto decora-se nuns e noutros com uma série de considerações espirituais. Saibam todos os que nos escutam de boa-fé que estas considerações espirituais cabem todas no nosso movimento, mas que o nosso movimento jamais amarrará o seu destino ao interesse de um grupo ou ao interesse de classe que habita sob a divisão superficial de direitas e esquerdas. A Pátria é uma unidade total, em que se integram todos os indivíduos e todas as classes; a Pátria não pode estar nas mãos da classe mais forte nem do partido melhor organizado. A Pátria é uma síntese transcendente, uma síntese indivisível, com fins próprios que cumprir; e nós o que queremos é que o movimento deste dia, e o Estado que crie, seja o instrumento eficaz, autoritário, ao serviço de uma unidade indiscutível, dessa unidade permanente, dessa unidade irrevogável que se chama Pátria. E com isso já temos todo o motor dos nossos actos futuros e da nossa conduta presente, porque seríamos apenas mais um partido se viéssemos anunciar um programa de soluções concretas. Tais programas têm a vantagem de que nunca se cumprem. Em troca, quando se tem um sentido permanente perante a História e perante a vida, esse mesmo sentido dá-nos as soluções perante o concreto, como o amor nos diz em que caso devemos discutir e em que caso nos devemos abraçar, sem que o verdadeiro amor tenha feito um mínimo programa de abraços e discussões. Eis aqui o que exige o nosso sentido total da Pátria e do Estado que a há-de servir. Que todos os povos de Espanha, por diversos que sejam, se sintam harmonizados numa irrevogável unidade de destino. Que desapareçam os partidos políticos. Nunca ninguém nasceu membro de um partido político; em troca, todos nascemos membros de uma família, somos todos vizinhos num Município, esforçamo-nos todos no exercício de um trabalho. Pois se essas são as nossas unidades naturais, se a família e o Município e a corporação é no que verdadeiramente vivemos, para que necessitamos do instrumento intermédio e pernicioso dos partidos políticos que, para unir-nos em grupos artificiais, começam por desunir-nos nas nossa realidades autênticas? Queremos menos palavreado liberal e mais respeito pela liberdade profunda do homem. Porque só se respeita a liberdade do homem quando se o considera, como nós o consideramos, portador de valores eternos, quando se o considera invólucro corporal de uma alma que é capaz de condenar-se ou de salvar-se. Só quando se considera o homem assim se pode dizer que se respeita verdadeiramente a sua liberdade, e mais se essa liberdade se conjuga, como nós pretendemos, num sistema de autoridade, de hierarquia e de ordem. Queremos que todos se sintam membros de uma comunidade séria e completa, isto é, as funções a realizar são muitas, uns com o trabalho manual; outros com o trabalho do espírito; alguns com um magistério de costumes e refinamentos. Mas que numa comunidade tal como a que queremos, saiba-se desde já, não deve haver convidados nem deve haver zangões. Queremos que não se cantem direitos individuais dos que nunca podem cumprir-se em casa dos famintos, mas que se dê a todo o homem, a todo o membro da comunidade política, pelo facto de sê-lo, a maneira de ganhar com o seu trabalho uma vida humana, justa e digna. Queremos que o espírito religioso, chave dos melhores arcos da nossa História, seja respeitado e amparado como merece, sem que por isso o Estado se imiscua em funções que não lhe são próprias nem compartilhe como fazia, talvez por outros interesses que os da verdadeira religião, funções que lhe compete realizar por si mesmo. (…) Mas o nosso movimento não seria de todo entendido se se cresse que é tão-somente uma maneira de pensar; não é uma maneira de pensar: é uma maneira de ser. Não devemos propor só a construção, a arquitectura política. Temos que adoptar, perante a vida inteira, em cada um dos nossos actos, uma atitude humana, profunda e completa. Esta atitude é o espírito de serviço e sacrifício, o sentido ascético e militar da vida. (…) Creio que está alçada a bandeira. Agora vamos defendê-la alegremente, poeticamente. Porque há alguns que, frente à marcha da revolução, acreditam que para reunir vontades convém oferecer as soluções mais tíbias; crêem que se deve ocultar na propaganda tudo o que possa despertar uma emoção ou assinalar uma atitude enérgica e extrema. Que equívoco! Os povos nunca foram movidos por mais que os poetas, e ai de quem não saiba levantar, frente à poesia que destrói, a poesia que promete! (…) |
25 de jan. de 2009
16 de dez. de 2008
A ler neste momento...

Mais adiante irei dar mais pormenores sobre este livro e partilhar a minha opinião com os meus estimados visitantes.
Manuel Alegre e a nova esquerda: Um novo partido á vista?
Que soluções terá a nova esquerda para o país? Poderá representar o fim do maior partido esquerdista? Poderá Manuel Alegre romper com o PS? Será uma coisa que teremos de esperar para ver aquilo que irá acontecer…
1 de dez. de 2008
HONRA E GLÓRIA AOS RESTAURADORES!

No dia 1 de Dezembro de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração da Casa de Bragança no trono de Portugal."
30 de nov. de 2008
Interessante...
O “25 de Abril” queimou livros das escolas
Despacho assinado pelo secretário de Estado da Orientação Pedagógica, Rui Grácio, de 17 de Outubro de 1974: «Tendo sido informado de que nas Bibliotecas dos estabelecimentos de ensino existe quantidade apreciável de livros e revistas de índole fascista, determino que seja elaborada uma circular ordenando a destruição das publicações com esse carácter, depois de arquivados um exemplar, pelo menos, de cada revista e alguns livros a seleccionar, que fiquem como documento ou testemunho de um regime.»Em 26/3/75, a directora-geral da Educação Permanente, Maria Justina Sepúlveda Fonseca, anuncia aos encarregados das bibliotecas, através da circular nº 1/75, que "é chegada a oportunidade" de se passar, "com urgência", ao "saneamento dos livros que não reúnam condições ideológicas, literárias ou técnicas para continuarem a ser dados à leitura".Nesse período eram ministros da Educação: Vitorino Magalhães Godinho e Major António Emílio da SilvaEntre os autores a cujas obras foram queimadas em algumas escolas, cumprindo as ordens das autoridades escolares, estavam as dos historiadores António Matoso e José Hermano Saraiva (Ministro da Educação Nacional 1968-1970) que declarou ao Publico em 24/7/05: «Os professores em geral não queriam [cumprir as instruções do Ministério] e muitos guardaram os livros. Mas quem é que ousava protestar sem ser logo caluniado? Eu próprio não o fiz. Era pobre, não tinha nenhuma reforma, e concerteza que me mandavam para Caxias. Tinha amigos lá presos por menos do que isso. Até 25 de Abril de 1974 havia 88 presos em Portugal; três meses depois eram três mil. A liberdade acabou com o 25 de Abril».
E ainda dizem que o regime "fascista" perseguia as pessoas...
Parabéns ao administrador do "Abril Prisões Mil"
24 de nov. de 2008
20 de Novembro-José António Presente!
O carrasco abre a porta de uma das muitas celas e diz secamente: - Vamos!
Lá dentro, um homem de rosto sereno levanta-se da cadeira e sai á frente do homem que lhe ordenara que saísse. Lentamente percorre os corredores da cadeia onde esteve aprisionado e onde foi julgado e condenado á morte sem culpa formada, apenas pelo crime de ter fundado um partido politico, e dirige-se para o pátio da cadeia onde o aguardam mais quatro prisioneiros que iriam ter a mesma sorte. Após o oficial dar ordem para apontar as armas, o homem de rosto sereno retira um crucifixo do bolso e beija-o com terna devoção. Ao guardar o mesmo, o oficial prepara-se para dar a ordem para disparar e o homem levanta o braço e grita pela última vez Arriba Espanha!
As espingardas disparam e as balas atravessam o seu coração, pondo fim á curta vida do fundador da Falange.”
Foram assim os derradeiros momentos de José António Primo de Rivera, o fundador da Falange Espanhola das JONS, a quem as balas marxistas ceifaram a vida quando contava apenas 33 anos de idade.
Mas quem era na verdade José António? Que ideias defendia? Quais as razões que contribuíram para o seu assassinato? São perguntas para as quais ainda hoje se procuram respostas concretas.
José António Primo de Rivera Saenz de Heredia nasceu em 24 de Abril de 1903 na capital de Espanha era filho do histórico general Miguel Primo de Rivera. Após ter cursado Direito e ficar formado como advogado, este homem dedicou-se á politica, tendo feito parte de algumas organizações politicas que marcaram a Espanha dos anos 30.
Colaborou também em vários jornais, sendo de destacar de entre estes o jornal “La Nacion” , para onde também escreveram políticos eminentes como Calvo Sotelo e “FE”, orgão informativo da Falange.
Em 29 de Outubro de 1933 era fundada no Teatro de La Commedia em Madrid a Falange Espanhola, que mais tarde se uniria ás JONS-Juntas de Ofensiva Nacional Sindicalistas, um grupo nacionalista fundado em 1930 por Ramiro Ledesma e Onésimo Redondo, passando então a designar-se de Falange Espanhola das JONS.
A Falange defendia um conceito politico completamente diferente dos outros partidos políticos dessa conturbada década de 1930. Era um movimento de ideologia profundamente nacionalista, na linha do Nacional-Sindicalismo, uma doutrina em que se destacam pontos como o patriotismo e o corporativismo. Esta última visava o fim das lutas “classistas” entre o patronato e a classe trabalhadora.
A doutrina de José António pode ser resumida nestas linhas: “Que ninguém imagine que recrutamos homens para oferecer recompensas; que não passe pela cabeça de ninguém que unimos as nossas forças na defesa de privilégios. (…) Lutamos sim, para instaurar um estado totalitário, capaz de derramar os seus benefícios tanto sobre os humildes como sobre os poderosos”.
E está resumida toda uma doutrinação.
E o resto da história já se conhece. Em 1936 a Falange foi declarada ilegal pelo governo esquerdista da Frente Popular de Madrid, apesar de alguns falangistas, incluindo o próprio José António, terem sido DEMOCRATICAMENTE eleitos para a Assembleia da República espanhola.
Após ter estado inicialmente detido na prisão de Madrid, esteve posteriormente detido no cárcere modelo de Alicante onde foi julgado e condenado á pena de morte por fuzilamento, sem ter culpa formada. Juntamente com ele foram assassinados quatro patriotas do povoado alicantino de Novelda.
Com a morte de José António e dos outros fundadores da Falange as aspirações nacional-revolucionárias ficaram sepultadas para sempre. Mas a sua memória e a sua eterna mensagem permanece viva naqueles que volvidos mais de setenta anos do desaparecimento físico de Primo de Rivera continuam a professar com orgulho os ideais falangistas. Que o sangue de José António, Ruiz de Alda, Onésimo, Ramiro e de tantos falangistas tombados pelos seus ideais não tenha sido em vão.
Por isso hoje mais que nunca gritamos: José António Primo de Rivera Presente!
Crónica publicada no jornal "Noticias do Vale" no dia 20 de Novembro de 2008
18 de nov. de 2008
Nas semana em que se comemoram 72 anos do cobarde assassinato do fundador da Falange das JONS, o blog "Falangista Campense" não pode deixar de assinalar a efeméride.
JOSÉ ANTÓNIO, OS FALANGISTAS NÃO TE ESQUECEM!
COMUNAS, NÃO PERDOAMOS O VOSSO CRIME!
HOJE MAIS DO QUE NUNCA,
"JOSÉ ANTÓNIO PRIMO DE RIVERA PRESENTE!"
16 de nov. de 2008
Ser Falangista e Ser Patriota
Portanto a linha politica na qual me revejo é claramente o nacional-sindicalismo porque é uma doutrina nacionalista e fortemente vocacionada para a defesa da classe trabalhadora, porque não nos podemos esquecer que os trabalhadores são os pilares da Pátria e ao mesmo tempo as vitimas do capital finaceiro desenfreado.
Revejo-me na Falange sobretudo pela da defesa do trabalhador comum e sobretudo pelo seu profundo sentido pátrio.
Mas para que não haja dúvidas por parte de qualquer visitante deste blog eu digo aqui que sou um patriota português com muito orgulho por ter nascido neste nosso belo país á beira mar plantado, apesar de admirar e respeitar muito a Falange Espanhola e os seus fundadores.
26 de out. de 2008
Tributo á Falange
Como já sabem, sempre fui e sempre serei um acérrimo defensor dos ideais nacional-sindicalistas defendidos pela Falange Espanhola das JONS, e acima de tudo um seguidor da doutrina social desta organização politica. Este video serve simplesmente para relembrar os fundadores da Falange a quem as balas marxistas e comunistas tão cedo roubaram a vida.
FUNDADORES DA FALANGE PRESENTES!
22 de out. de 2008
Música II
Uma pequena mas sincera homenagem do blog "Falangista Campense" á grande mas hoje quase esquecida Maria Luísa Balaio, a famosa "Maria da Fonte", que desde a Póvoa do Lanhoso fez tremer Portugal em 1846.
20 de out. de 2008
Filhos de Saló-Mais um blog desaparecido
Deixa-me muita pena porque era um blog de excelente qualidade, e que prometia ser um blog que iria marcar o nosso meio.
Parabéns aos administradores do "Filhos de Saló" pelos excelentes textos com que nos presentearam ao longo de mais de meio ano!
19 de out. de 2008
16 de out. de 2008
Mais um Blog
Caros visitantes, teve ontem inicio o blog nacionalista "Gladium Nacional" que se destina essencialmente á publicação e discussão de textos sobre a Direita Nacionalista.O seu administrador é como podem ver na foto é o sr António Santos Silva.
27 de set. de 2008
Trabalho Nacional-Prioridade Nacionalista!
Nada de comunismo e marxismo, somente NACIONAL-SINDICALISMO!
26 de set. de 2008
3 de set. de 2008
Adorei ver...

18 de ago. de 2008
Documentário sobre José António
Caros visitantes, aqui fica um brilhante documentário sobre a figura do fundador da Falange realizado em 1986, por ocasião do cinquentenário do seu assassinato.
Espero que com este video tirem muitas dúvidas sobre esta grande figura do Nacionalismo.
14 de ago. de 2008
Mais um massacre vermelho
Já que hoje estou numa de memória histórica, ora vejam o que os comunistas fizeram a um grupo de religiosos que cumpriam a nobre missão de cuidar de meninos abandonados...
Batalha de Aljubarrota
E é isto a memória histórica...
Para os mais esquecidos, o comunismo só matou mais 100 milhões de pessoas...
5 de ago. de 2008
Uma Revolução Cheia de Ódios
El 14 Abril de 1931 se proclamó en España la Il República. Venía engarzada en promesas de cambio y de redención proletaria. Las dos fuerzas más activas entonces en el panorama internacional, la masonería y el comunismo, trabajaron para hacerse con el poder. La una aspiraba a regir a los grupos selectos de intelectuales. El otro consideraba llegado el momento de una trasformación radical de las estructuras sociales y económicas.
La Constitución de la República y las diversas leyes, sobre todo las referentes a la educación, resultaron, no sólo injustas, sino rencorosas, vejatorias y opresivas.
Cuando llegaron los primeros desengaños, se incrementaron los sentimientos de venganza y de violencia. En las elecciones generales de 1933 tuvieron mayoría los partidos de derechas y se prepararon para asumir el Gobierno de la Nación. Los poderosos representantes políticos y sindicales de izquierdas amenazaron con hacer estallar la Revolución proletaria si esa entrada en el Gobierno se producía.
El 4 de Octubre de 1934, el nuevo Presidente del Gobierno, Alejandro Lerroux, del Partido Radical, entregó tres carteras ministeriales al grupo de la CEDA (Confederación Española de Derechas Autónomas). Era la señal anunciada. En todo el país se intentó hacer surgir la Revolución, cuidadosamente preparada por los dirigentes político-sindicales, entre los que destacaba el líder nacional Francisco Largo Caballero.
En casi todos los lugares existieron desórdenes. Pero fueron rápidamente dominados por las Fuerzas del Orden Público. La Huelga General fue remitiendo al mismo tiempo que la atención de toda la Nación se dirigía hacia Asturias. Allí las masas obreras dominaron rápidamente las cuencas mineras y las áreas industriales; y se lanzaron frenéticamente a la conquista de la ciudad de Oviedo, capital de la Región.
Ante la gravedad de los acontecimientos, se declaró en toda España el estado de guerra. Fuerzas militares, al mando del General Eduardo López Ochoa, y dirigidas desde el Estado Mayor Central de Madrid por el General Francisco Franco, llamado para ello con toda urgencia a la capital, se dirigieron hacia Asturias para sofocar la rebelión. Unas desembarcaron en el puerto de Gijón. Otras se dirigieron por el paso montañoso de Pajares.
Unos cinquenta mil mineros y obreros industriales se hallaban alzados en armas. A medida que se iban-haciendo dueños de la situación, imponían su organización revolucionaria en las diversas localidades.
Muchos edificios eran pasto de las llamas o de las explosiones. Obras de arte magníficas, como la Cámara Santa de la Catedral de Oviedo, joya del románico asturiano, la Universidad y el Palacio Episcopal, quedaron destruídos.
Las venganzas y los saqueos se multiplicaban, sin que los dirigentes del movimiento pudieran hacer nada por evitarlo. Rámon González Peña, que mandaba en la zona de Mieres, y Belarmino Tomás, cuya influencia se radicaba en Sama y en todo el valle del Nalón, lanzaban constantes proclamas, con amenazas y vituperios para los que no respetaban la disciplina y el orden revolucionarios que aspiraban a establecer. Pero sus voces se perdían en la algarabía de las masas desbordadas.
El progresivo y seguro avance de las tropas militares hizo comprender a los más responsables que la aventura de su alzamiento conducía hacia el fracaso. El día 12 de Octubre pretendieron dar por concluido la Revolución y cursaron órdenes a los diversos Comités locales para comenzar el repliegue hacia los valles mineros. Pero muchos se negaron a obedecer y los miembros más osados del partido Comunista se apoderaron de la dirección de la insurreción.
Esta postura desesperada prolongó una semana más las luchas y los sufrimientos de la población. Al fin, una negociación entre el General López Ochoa y el jefe rebelde Belarmino Tomás, condujo al alto el fuego, de modo que el día 19 las tropas tomaron todos los lugares.
Por las calles y las carreteras quedaban más de un millar de muertos, sobre todo en la ciudad de Oviedo. Y eran varios millares los heridos en los hospitales.
Desde el primer momento llamó la atención la agresividad manifestada por los revolucionarios contra los sacerdotes y religiosos. Muchos de ellos fueron detenidos y encerrados en improvisadas cárceles sin explicación alguna. Otros fueron confinados en sus propias casas, como aconteció a la mayor parte de los Hermanos que estaban en las zonas mineras de Asturias.
El tributo de sangre de los sacerdotes y religiosos fue verdaderamente elevado, sobre todo si tenemos en cuenta cómo se produjeron algunas de las muertes. Es digno de recordar el sacrificio de los seis seminaristas de Oviedo, ametrallados el día 7, domingo, en un callejón de Oviedo. Dos días antes, el primer día de los desórdenes, habían si do asesinados en Mieres, cerca de su Convento, dos jóvenes Pasionistas que trataban de refugiarse lejos de su, casa, a punto de ser asaltado por las turbas. Uno de ellos, Amadeo Andrés Celada, había sido alumno de los Hermanos en Santander, precisamente cuando el Hno. Cirilo había estado allí como Director de la Escuela del Círculo Católico.
También había sido alumno de los Hermanos, en Mieres, el Carmelita Padre Eufrasio del Niño Jesús, que fue juzgado sumariamente y condenado por sus apostólicas labores con los más necesitados. Murió en una calle de Oviedo el día 12 y su cadáver quedó abandonado varias jornadas en plena calzada.
El venerable sacerdote Paúl, D. Tomás Pallarés, que fue asesinado el día 13, había sido Profesor del Colegio La Salle, de la Orotava, en la isla canaria de Tenerife.
En total murieron 33 religiosos y sacerdotes durante los sangrientos sucesos: 10 sacerdotes diocesanos, 6 seminaristas, 3 Pasionistas, 3 Paúles, 2 Jesuitas y un Carmelita, además de los 8 Hermanos de las Escuelas Cristianas de Turón.


